Pesquisadores do Lepec participam do 35º Congresso Latino-Americano de Sociologia
Data da publicação: 9 de setembro de 2026 Categoria: Sem categoria
Alguns dos membros do Lepec participando do ALAS, em foto do dia 29.
Entre os dias 26 e 31 de agosto de 2026 ocorreu o 35º Congresso Latino-Americano de Sociologia, organizado pela Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, com suas atividades sediadas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), ambas em seus campi na Praia Vermelha. Chamado informalmente de Congresso da ALAS, o evento ocorre bienalmente em algum país da América Latina e Caribe, com as edições anteriores transcorrendo em países como República Dominicana, México, Peru, Uruguai, Costa Rica, Chile etc. Como o evento mais importante da área de Sociologia no continente, os pesquisadores do Lepec participaram em peso do evento, promovendo uma série de atividades.

Profa. Danyelle lança seu livro.
A abertura do evento foi no dia 26 de agosto, a partir das 16h, no Armazém da Utopia, na região requalificada do antigo porto, próximo ao Aquário e ao Museu do Amanhã. Acompanhado da mesa de abertura e de boas-vindas aos participantes, a partir das 19h ocorreu o lançamento dos livros, e a coordenadora do Lepec, professora Danyelle Nilin Gonçalves, fez o lançamento de seu livro Alice no Mundo Invertido da Ditadura.
O livro é parte da Coleção A Universidade Indo à Escola capitaneado pela editora LF Editorial que se destina a jovens estudantes do ensino médio em diversas áreas (Física, Literatura, Sociologia, História) através de uma personagem ficcional chamada Alice que “navega” pelos temas abordados nos livros. No caso da obra de Danyelle, Alice descobre um baú na casa dos avós cheio de documentos e recortes de jornais sobre a Ditadura Cívico-Militar no Brasil (1964-1985), percebendo que seus avós foram perseguidos políticos, e através disso, a profa. Danyelle narra desde os antecedentes contextuais que permitiram o Golpe de Estado de 1964 que resultou na Ditadura, passando pelo desenvolvimento do regime de exceção, com suas perseguições, mortes e torturas aos opositores políticos, as lutas pela redemocratização (incluindo a Anistia de 1979 e o movimento Diretas Já), a instalação da chamada Nova República, até chegar à tentativa de golpe de 08 de janeiro de 2023, que mostra que a Democracia brasileira ainda é relativamente frágil e as instituições precisam permanecer vigilantes contra outras tentativas de ruptura.
O lançamento do livro foi um sucesso, e a profa. Danyelle assinou autógrafos a interessados de vários estados do Brasil e de países da América Latina.
No dia 27 de agosto, o prof. Alexandre Jeronimo Correia Lima, em coautoria com a profa. Simone Meucci (da Universidade Federal do Paraná-UFPR), apresentou o trabalho Sobre visibilidades e sensibilidades: uma análise sobre a ambiência da Sociologia na Educação Básica no Brasil (1996-2016), na seção 01 Retos de la enseñanza de la Sociología, das 8h30, do GT 16. Educación, Universidades y Conocimiento. O resumo do trabalho foi:
No Brasil, a Sociologia foi introduzida como componente curricular obrigatório do Ensino Médio em 2008. É uma das disciplinas cuja implementação é mais recente e cujo estatuto curricular, desde 2016, é bastante incerto. E é o curto período de estabilidade curricular que nos levou a reconstituir a ambiência ético-política que condicionou modos de repercussão do conhecimento sociológico na escola. Atuamos em três níveis de análise procurando ultrapassar uma perspectiva estritamente disciplinar: reconstituímos a tessitura do currículo na Educação Básica (olhando para a introdução de novos conteúdos ao longo de duas décadas), deslindamos sentidos da escolarização em um contexto de democratização do acesso e, por fim, perscrutamos alguns debates públicos sobre conhecimentos escolares. Observamos que a repercussão inédita da Sociologia entre milhões de jovens estudantes ocorreu pari passu com crescente tensionamento da relação entre sociedade e Estado, notavelmente manifesto no questionamento dos sentidos da escola e do conhecimento escolar. Isso determinou um regime de visibilidade e de sensibilidade em relação ao conteúdo da Sociologia na escola que nos cabe interpretar. O período que analisaremos é entre os anos de 1996 e 20016. O retorno a 1996, ano em que foi aprovada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, permite compreender os fundamentos das ações em favor da institucionalização da Sociologia, ao passo que 2016 assinala o declínio desses fundamentos, notadamente na reforma do Ensino Médio. A base teórica é inspirada em Sewell Jr, que no livro “Lógicas da História, considera o mundo social produto de atos humanos recíprocos orientados por interesses distintos e diferentes suposições sobre a sociedade que produzem consequências históricas. Ele nos auxilia a enfeixar heuristicamente atos não coordenados que acontecem de modo simultâneo no campo das ações educacionais e cujos efeitos para a repercussão social da Sociologia foram importantes.

Chico Lacerda apresenta seu trabalho.
No dia 28 de agosto, o estudante de graduação Francisco Gabriel Lacerda Mota apresentou, em coautoria com Yolanda Soares da Silva e o prof. orientador Irapuan Peixoto Lima Filho, o trabalho Direito ao Lazer na cidade: Desigualdades Estruturais e Fatores Socioespaciais Limitantes, no GT 02. Sociología Urbana, Ciudades y Periferias. O resumo foi o seguinte:
Este estudo analisa a efetivação do direito ao lazer em Fortaleza, capital do estado do Ceará (Brasil), e em sua região metropolitana, evidenciando as desproporções no acesso aos espaços públicos de lazer. Ressalta-se que estes âmbitos são ocupados por equipamentos de grande porte, como parques, centros culturais, praças e praias. Foi realizada uma pesquisa quantitativa, em 2022, de caráter descritivo e analítico, no qual a coleta de dados foi desenvolvida ao longo de três meses, mediante a aplicação de questionários estruturados via formulários eletrônicos, totalizando 522 respondentes. Constatou-se que variáveis socioeconômicas e espaciais atuam como fatores determinantes na distribuição desigual das oportunidades de lazer. Os dados revelam correlação significativa entre baixa renda domiciliar (37% dos respondentes com renda entre 1 a 2 salários mínimos e inferior a 1 salário mínimo) e restrição ao acesso a esses âmbitos, com 76% dos entrevistados necessitando deslocar-se para outros bairros para atividades recreativas. A análise de regressão demonstra que indivíduos autodeclarados pretos ou pardos apresentam frequência 23% inferior de visitação a equipamentos culturais comparativamente a brancos. Do ponto de vista da mobilidade urbana, identifica-se que os usuários dos modais não privados (ônibus, metrô, bicicleta e deslocamento a pé – 51% da amostra) enfrentam tempos médios de deslocamento 2,1 vezes superiores aos usuários de veículos particulares, com significativa concentração espacial dos equipamentos nas Regionais de maior IDH. A percepção de segurança emerge como fator inibidor, uma vez que 32,4% dos entrevistados ressaltam restrições no deslocamento na cidade durante o período noturno devido à má iluminação pública. Os resultados evidenciam a necessidade de políticas interseccionais que articulem planejamento urbano, transporte público e segurança para garantia efetiva do direito à cidade conforme as diretrizes do Estado da Cidade (Lei 10.257/2001).
O artigo analisa a interiorização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no estado do Ceará, Brasil, com ênfase nas políticas públicas de fomento, no papel das instituições de ensino superior e nas desigualdades regionais que impactam a produção científica no território estadual. O objetivo do trabalho é investigar como a expansão do ensino superior e os programas de incentivo à pesquisa têm contribuído para a descentralização das atividades de CT&I no estado do Ceará. Metodologicamente, a análise foi realizada a partir de dados secundários sobre a distribuição de doutores, as instituições de ensino superior e os investimentos em pesquisa, com especial atenção aos programas de fomento voltados à fixação de pesquisadores fora da capital, desenvolvidos pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). Os resultados indicam que a expansão do ensino superior e as políticas de incentivo à pesquisa científica têm reduzido as desigualdades regionais em CT&I, mas, ao mesmo tempo, revelam assimetrias institucionais, capacidades locais diferenciadas e tensões no campo científico. O artigo traz contribuições para o debate sobre as políticas assimétricas de interiorização da CT&I, a expansão do ensino superior e o papel social das universidades para o desenvolvimento regional em contextos de desigualdades.

Danyelle, Irlys e Alana no belo Salão Dourado da UFRJ.
No dia 29 de agosto, a profa. Danyelle Nilin Gonçalves, apresentou em coautoria com Alana Karoline Fontenelle Valente e a profa. Irlys Alencar Firmo Barreira, fundadora do Lepec, o trabalho Mulheres na ciência: oportunidades, percepções subjetivas e estratégias de reconhecimento nos espaços institucionais, no belo Salão Dourado da UFRJ, a partir das 8h30 na seção 25 do GT11. Género y Feminismos. O resumo foi o seguinte:
Embora as desigualdades de gênero no campo das ciências tenham sido apontadas em vários trabalhos, os efeitos dessa constatação têm sido pouco eficazes se compararmos a ações na área da política que resultaram em lei de cotas e mobilizações pela ampliação da representação feminina. Em termos numéricos, as assimetrias vêm decrescendo no campo das ciências. O levantamento publicado pela editora Elsevier que lançou em 2017 relatório sobre a presença de mulheres na ciência mostra que no mundo, as diferenças de gênero no que diz respeito ao número de pesquisadores vêm diminuindo ao longo dos anos. O Brasil, por exemplo, registra que no período de 1996 a 2000, as mulheres representavam 38% da população de cientistas, e esse número aumentou para 49% no período de 2001 a 2015, oscilando para 44%, em 2020. O registro numérico necessita, entretanto, refinar-se para entender o modo como as cientistas ocupam espaços e estabelecem formas de reconhecimento no campo em que atuam. A própria naturalização do discurso do mérito demanda uma análise mais acurada capaz de dar conta de processos e variáveis que incidem nas diferenças de oportunidade e efeitos sobre as “desistências” , as assimetrias na ocupação de cargos de direção em instituições científicas e distribuição de recursos no financiamento de pesquisas. É Válido também ressaltar que aspectos culturais e habitus, no sentido empregado por Bourdieu tem papel fundamental nas desigualdades de gênero, exigindo um exame mais acurado sobre a reprodução de padrões no campo da ciência que atuam desde a escolha de vocações. Tomando por base um questionário com 210 mulheres que trabalham nas universidades cearenses, este trabalho busca qualificar e analisar a trajetória de mulheres pertencentes a diferentes áreas da ciência, observando oportunidades, percepções subjetivas e estratégias de reconhecimento nos espaços institucionais.

Danyelle em mais uma programação do dia 29.
Também no dia 29 de agosto, a profa. Danyelle Nilin Gonçalves apresentou, em coautoria com Newton Malveira Freire e Mayara Tâmea Santos Soares (dois egressos do ProfSocio), o trabalho Processos migratórios internacionais e percursos formativos: experiências de estudantes da CPLP em Redenção, Ceará, na seção de 10h3o do GT 22: Migraciones, Fronteiras y Movilidades.

Apresentando o trabalho.
Continuando no dia 29 de agosto, a professora Danyelle Nilin Gonçalves, em coautoria com os professores Irapuan Peixoto Lima Filho e Francisco Willams Ribeiro Lopes, apresentou o trabalho Estudantes na pandemia: fatores protetivos e um olhar para o futuro, na Sala 210 da IA/FACC da UFRJ, na seção de 14h30 do GT 16. Educación, Universidades y Conocimiento, cujo o resumo foi o seguinte:
O presente estudo se insere em um conjunto de pesquisas sobre os impactos da Pandemia de Covid-19 no campo educacional no Brasil para a compreensão e planejamento de políticas públicas eficazes para possíveis cenários catastróficos futuros. Visa, portanto, contribuir para o debate sobre políticas públicas voltadas à recuperação e prevenção dos déficits educacionais e o fortalecimento das redes de suporte para estudantes em situações de vulnerabilidade. Partindo de uma base de dados obtida por meio de questionários virtuais respondidos por 2584 estudantes do ensino médio de escolas públicas do estado do Ceará, buscamos compreender quais fatores podem ter atuado como elementos protetivos na mitigação dos impactos da pandemia na educação. A análise das respostas permitiu identificar associações entre a saúde mental dos jovens e suas projeções de futuro com o gênero, suas condições familiares, suas crenças religiosas e sua experiência com o ensino remoto. Os resultados apontaram ao menos três variáveis que serviram como fatores protetivos durante a pandemia, especialmente no que diz respeito à saúde mental. Os dados permitem aferir que as variáveis de pertencimento religioso, residir com a mãe e ser do sexo masculino foram importantes para dirimir os impactos da crise sanitária, ao passo que as pessoas do sexo feminino apontaram ter tido a saúde mental mais afetada ao mesmo tempo em que manifestaram maior ambição profissional e educacional, inclusive, com maior predisposição a acreditar que o futuro laboral passa pela formação acadêmica. A partir das relações identificadas nos dados, discutiremos possíveis explicações teóricas que podem ser exploradas em pesquisas futuras, aprofundando a compreensão dos mecanismos que possibilitaram o enfrentamento mais resiliente por parte dos estudantes diante da crise educacional e de saúde mental gerada pela pandemia.

Na mesa sobre o Ofício de Sociólogo.
O dia 29 de agosto foi mesmo uma maratona e a profa. Danyelle Nilin Gonçalves ainda participou da Sessão Especial: Sociología y su Oficío, com a apresentação O Ofício de Sociólogo no Brasil: Formação, Mercado e Desafios, na Sala 312 do CCH da UniRio. Sua fala apresentou um panorama da formação em Ciências Sociais no país e as escolhas de carreiras mais comuns e seus desafios, com base em dados primários e secundários. Uma curiosidade que vale à pena mencionar é que, durante a fala da profa. Danyelle ocorreu o famoso vendaval na cidade do Rio de Janeiro (que atingiu parte significativa do litoral do Sudeste naquele dia), que resultou até em duas mortes no bairro de Santa Tereza, pela queda de um muro. A ventania causou uma queda de energia, mas a mesa continuou normalmente sem que os participantes tivessem uma real noção do que estava acontecendo lá fora, o que só descobriram ao fim do evento.

Yolanda apresenta seu trabalho.
A graduanda Yolanda Soares da Silva apresentou, em coautoria com Francisco Gabriel Lacerda Mota e o prof. orientador Irapuan Peixoto Lima Filho, o trabalho O não uso do sistema Bicicletar como indicativo de desigualdades urbanas em Fortaleza (CE), na Sala 313 do CCH da UniRio, na seção de 8h30 do GT 02. Sociología Urbana, Ciudades y Periferias. O resumo foi o seguinte:
Este estudo analisa fatores associados ao não uso do sistema de bicicletas compartilhadas Bicicletar, na cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará, Brasil. Atualmente, a cidade tem cerca de 2,4 milhões de habitantes, sendo uma das maiores do país e conta com esta política pública de incentivo à mobilidade sustentável desde 2014, operando com centenas de estações distribuídas no município. A partir da análise quantitativa baseada em estatísticas descritivas e cruzamento de variáveis socioeconômicas coletados de questionários aplicados em 2019 (N=90) e 2022 (N=522), observou-se baixa adesão ao sistema, com 82,2% dos respondentes declarando nunca utilizá-lo. Os principais motivos identificados concentram-se em barreiras subjetivas e estruturais, destacando-se o medo de andar de bicicleta (19,7%), a falta de tempo (15,3%) e a ausência de estações próximas às residências (13,7%). A avaliação da infraestrutura viária reforça esse cenário, com 71,8% dos entrevistados classificando a qualidade das vias como ruim ou péssima. A observação das variáveis socioeconômicas indica que indivíduos de menor renda concentram maiores dificuldades de acesso, enquanto a distribuição espacial das estações evidencia maior presença em áreas de maior IDH. Do ponto de vista racial, observa-se que, embora os percentuais gerais de não uso entre brancos e pardos sejam semelhantes, populações pretas e pardas apresentam maior incidência de barreiras relacionadas à ausência de estações e dificuldades de acesso ao sistema. Os resultados indicam que a não utilização não se distribui de forma aleatória, mas acompanha desigualdades socioespaciais, raciais e de gênero, evidenciando que o Bicicletar, para além de uma política de mobilidade, opera como uma ferramenta capaz de indicar dinâmicas de exclusão urbana.

Aline apresenta sobre bibliotecas comunitárias.
A doutoranda em Sociologia, Aline Chamone, orientanda do prof. Irapuan Peixoto, apresentou o trabalho Um contraponto à falta: a prática da leitura em bibliotecas comunitárias, no GT 12: Sociología de la Cultura, Arte e Interculturalidades, na Sessão 19 – Prácticas culturales: libros, lecturas, literaturas, na Sala 216 da IA/FACC da UFRJ, no dia 30/08, também no horário das 08h30 às 10h.

Irapuan e os participantes da última seção do GT 02.
O prof. Irapuan Peixoto Lima Filho, apresentou, em coautoria com o prof. Alexandre Jeronimo Correia Lima, o trabalho Mobilidade urbana de jovens em comunidades periféricas dominadas pelo crime organizado: desviando de balas na tentativa de viver a cidade, na Sala 312 do CCH da UniRio, na seção 28 do GT 02. Sociología Urbana, Ciudades y Periferias.
O resumo foi o seguinte:
Este trabalho se dedica à mobilidade urbana de jovens moradores das periferias da cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará, e quarta mais populosa cidade do Brasil, analisando as interdições desse movimento causados pela violência e a chamada “guerra das facções criminosas”. Menos no aspecto da violência em si, desviando da Sociologia da Violência, esta pesquisa focou nos impactos desse fenômeno na vida desses jovens, dentro da perspectiva da Sociologia Urbana, percebendo como a divisão da cidade em territórios dominados pelo crime organizado obriga aos sujeitos a adaptaram seus deslocamentos diários para evitar conflitos, ou mesmo, riscos de morte. Por causa disso, especialmente os mais jovens, precisam aprender cartografias muito específicas que ditam onde podem ou não podem transitar sob o risco de serem assassinados, o que impacta diretamente em suas trajetórias escolares ou laborais ou de lazer, além da vivência comunitária.
E ainda houve muito mais, com as participações como ouvintes nos mais diversos momentos do evento.
Sem dúvidas, o ALAS permitiu ao Lepec uma grande oportunidade de discutir e apresentar suas pesquisas e atividades.
Download do Trabalho